Cabeça de Candidato
O que um marqueteiro e uma pesquisadora política sempre quiseram falar para seus clientes, mas nunca puderam? Uma obra reveladora que explora a jornada solitária dos candidatos e como isso muda o jogo das campanhas eleitorais.
Prefácio do professor Felipe Nunes (Ph.D. UCLA)
Sobre o livro
O que realmente se passa na cabeça de um candidato político? Enquanto eleitores e analistas debatem estratégias, números e discursos, pouca atenção é dada aos neurônios de quem lidera uma campanha.
Nesta obra, Alberto Lage e Iracema Rezende exploram a jornada solitária dos candidatos, marcada por angústias, decisões difíceis e variações de humor, que influenciam diretamente o resultado eleitoral. Combinando experiência prática em campanhas históricas com estudos da psique humana e apresentando exemplos reais, os autores revelam como crises e dramas pessoais podem afetar estratégias aparentemente perfeitas.
Cabeça de Candidato é uma janela para os bastidores da política, que mostra que conhecer a mentalidade do candidato e do adversário não é luxo, mas necessidade estratégica para quem busca a vitória nas urnas. Essencial para quem vive a política no dia a dia e para quem deseja compreender seus mecanismos mais profundos.
Felipe Nunes, no prefácio: "Não basta comunicar-se bem; é preciso comunicar a mensagem certa, para o público certo, no momento certo. A história está repleta de exemplos de candidatos que ignoraram essa lição e, por isso, pagaram o preço nas urnas."
Para quem é este livro
Entenda como estados mentais e decisões pessoais influenciam estratégia, risco e desempenho em campanha.
Conecte bastidores psicológicos com tática, governança e comunicação para navegar crises com método.
Leitura que junta prática e reflexão para quem deseja compreender a política por dentro.
O candidato é um ser humano como qualquer outro, e fazer com que ele entenda isso é fundamental para o sucesso de uma corrida eleitoral. É importante que o candidato tenha clareza sobre a realidade ao seu redor. Não adianta achar que vai ganhar e ponto final. O trabalho é árduo e o tempo é curto para lidar com egos e vaidades.
— Alberto Lage
É muito importante saber ler, entender e aceitar os resultados das pesquisas qualitativas. Muitas vezes, os candidatos não querem enxergar o que os eleitores realmente pensam sobre eles ou sobre seus governos — e essa atitude é o caminho certo para o fracasso eleitoral. A pesquisa qualitativa não muda a opinião dos eleitores, mas orienta o rumo que a campanha deve tomar.
— Iracema Rezende
Colocar uma campanha na rua não é apenas definir um discurso ou uma estratégia. É uma maratona física e emocional intensa. É gravar programas de TV e rádio sob pressão, coordenar aliados, manter a chapa motivada, lidar com agendas lotadas, viajar, dar entrevistas, participar de debates e comícios. É borracha: em pneu e em sola de sapato. É enfrentar ataques diários, responder a crises e manter o foco até o último minuto. Se o psicológico do candidato ou de sua equipe não estiver em ordem, a máquina de campanha para. A campanha perde ritmo, se desorganiza e, muitas vezes, é derrotada por fatores que nada têm a ver com propostas ou popularidade.
Sobre os autores
Alberto Lage
Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo Centro de Ensino Superior de Maringá. Possui especializações em Sociologia Política, Gestão Pública e Marketing. Advogado e pós-graduado em Direito Eleitoral e Direito Digital. Participou do International Visitor Leadership Program (IVLP) do U.S. Department of State, no módulo Transparency and Accountability in Government (2020). Atua profissionalmente nas áreas de marketing político, comunicação governamental e estratégia eleitoral, com experiência em campanhas majoritárias e no setor público em diferentes esferas. Professor da Pós-Graduação em Comunicação Política e Marketing Eleitoral no Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP).
Iracema Rezende
Psicóloga e pesquisadora de opinião pública, especialista em análises qualitativas que conectam comportamento humano à ciência política e ao estudo do voto. Com formação em psicodrama e psicanálise, fundou e dirige a I.R. Pesquisas, instituto que atua nos segmentos mercadológico, institucional, político e governamental. É reconhecida por seu trabalho em pesquisas qualitativas e consultorias em campanhas majoritárias e proporcionais, desde a redemocratização até os dias atuais.
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